Neste artigo faço uma análise dos equipamentos de cinema e fotografia por diferentes óticas: como artefato portador de significado e reflexo da dinâmica da sociedade que o criou, como mediador e modificador da relação humana com a imagem técnica e como agente atuante na criação estética. Por fim, trato da necessidade de musealização desses objetos tecnológicos, trazendo como exemplo o acervo de tecnologia cinematográfica da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.